sacrifício
O cão leva-me calçada abaixo pela trela. Sigo-o pacientemente, ao seu ritmo, parando com ele em cada poste eléctrico, cada esquina, cada árvore, deixando-o cheirar sofregamente
da janela da sala vê-se o barco
Entrei, deixaste-me entrar, entraste, deixei-te entrar. Não consigo precisar o momento em que isto aconteceu, mas já quase não consigo imaginar o antes. Pouco a pouco, sonhamos