amizade improvável
num qualquer dia de verão, numa qualquer vila à beira da água, um pombo, de nome pintas, dorme uma sesta tranquila na sua casota alta,
num qualquer dia de verão, numa qualquer vila à beira da água, um pombo, de nome pintas, dorme uma sesta tranquila na sua casota alta,
O cão leva-me calçada abaixo pela trela. Sigo-o pacientemente, ao seu ritmo, parando com ele em cada poste eléctrico, cada esquina, cada árvore, deixando-o cheirar
Entrei, deixaste-me entrar, entraste, deixei-te entrar. Não consigo precisar o momento em que isto aconteceu, mas já quase não consigo imaginar o antes. Pouco a