vagabundices

vagabundear com o coração às costas.
peito aberto à descoberta.
cores.
sabores.
sons e odores.
musica, expressão, conexão.
pessoas, tradições e lingua podem ser diferentes sim.
são fruto de um processo evolutivo que não é assim tão diferente daquele que nos fez a todos humanos. todos iguais.
não importa a distância.
a verdadeira viagem é a interior.

O cão leva-me calçada abaixo pela trela. Sigo-o pacientemente, ao seu ritmo, parando com ele em cada poste eléctrico, cada esquina, cada árvore, deixando-o cheirar sofregamente todo e qualquer fragmento de odor deixado para trás.  – “É assim que ele vê o Mundo.”, digo…
O barco desliza ágil sobre a ria dourada. O João, divertido, faz slalom entre as embarcações fundeadas no canal. Procuramos um veleiro específico, e fazemos incursões entre os barcos sinalizados com bandeiras dos mais variados países, de diferentes continentes. “Que histórias terão para contar?”…