Adoro adormecer de janela escancarada. O cheirinho a mato, a bicharada em altas, parecem as velhas quando se juntam na farmácia lá na vila, no cuscanço umas com as outras.
O João Pestana está ali, sentado na janela com os pés a balançar para o lado de fora… Pisca-me o olho com ar de gozo – o Sombra já ronca há minutos… Vou bocejando com um sorriso nos lábios… A porta para o mundo dos sonhos está entreaberta e não tarda a ficar escancarada.
amizade improvável
num qualquer dia de verão, numa qualquer vila à beira da água, um pombo, de nome pintas, dorme uma sesta tranquila na sua casota alta,
